Encontro marcado com o Irmão Karl


Não é incomum que pessoas portadoras do mesmo tipo de doença e seu séquito de sintomas, apesar de receberem tratamentos e medicamentos idênticos na composição e dosagem, não apresentem os mesmos resultados, pois umas conseguem a cura e outras não, fazendo com que os médicos se vejam impelidos a prescrever outras drogas, esperançosos de que seus pacientes venham a obter melhoras, debelando a enfermidade que os agride.

É notório e natural que estes dedicados profissionais apresentem as explicações que a medicina lhes faculta, acabando por convencer os seus pacientes a respeito do que, com eles, vem ocorrendo.
Todavia, se avaliarmos estes fatos à luz da espiritualidade, um outro aspecto de suma importância também participa deste contexto, interferindo no sucesso da medicação ou no seu fracasso.

Referimo-nos ao teor dos pensamentos que se acham sitiados na intimidade espiritual dos enfermos e que, inexoravelmente, acabam revestindo seus perispíritos com fluidos que, inapelavelmente, “descem” e penetram em seus organismos físicos, percorrendo suas entranhas, presenteando-lhes com a harmonia ou, então, provocando-lhes incômodos desajustes.

No primeiro caso, estando o enfermo munido de pensamentos nobres, conscientemente otimistas, os fluidos etéreos saudáveis, que revestem o seu perispírito, “descem” e penetram o seu corpo carnal, possibilitando aos medicamentos utilizados, a potencialização dos seus valores específicos, obviamente repercutindo de forma eficaz no seu estado físico, contribuindo, em muito, para o sucesso do seu tratamento.

No segundo caso, ao contrário, estando o doente perturbado, envolvido por pensamentos de indignação, de temor, de pessimismo, no tocante a doença que o assedia, obviamente seu perispírito se encontra revestido de fluidos grosseiros, pastosos, que, da mesma forma, “descem” e penetram em seu organismo carnal, contribuindo para aumentar a desordem física que a doença ilustra, prejudicando, sensivelmente, o potencial e o efeito das medicações ministradas, dificultando, sobremaneira, o arrefecimento dos sintomas enfermiços e a própria cura do paciente.

Assim sendo, independentemente do tratamento médico a que estamos sendo submetidos, um valiosíssimo agente, o Espiritual, entra, inexoravelmente, neste contexto, desempenhando papel de relevância no tratamento e na possível cura das doenças que venham a se manifestar em nosso arcabouço físico.

Enfim, por esta e por outras tantas razões, é imprescindível mantermos os nossos pensamentos em níveis elevados, compatíveis com os sábios ensinamentos de Jesus, para que, ao nos exercitarmos pelas veredas da vida, deixemos um rastro perfumado de amor por onde transitarmos.

Autoria: 
Da redação