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Núcleo Espírita Assistencial Paz e Amor.

Imagem do Informativo impresso.
- AGOSTO 2001 -

O TRABALHO DIGNIFICA O HOMEM
Raphael Rios


A vivência no mundo do trabalho, como ocorre com a maioria das criaturas neste planeta, submetidas a aprendizado, muitas vezes duro, do processo de experiência e erro, vigiado pela consciência que nos vai educando a duras penas através da lembrança constante da nossa Doutrina, alicerçada na ética do Mestre Amado, trouxe-nos o ensinamento da seguinte postura frente ao trabalho:

Centrar-se nas tarefas, balizadas pela racionalidade, pelo bom-senso, pela experiência, pelo firme empenho de contribuir desinteressadamente pelo bem comum, com amor à justiça e à concórdia, e, a partir daí, relacionar-se com as pessoas, com os interlocutores, sem amor próprio, preconceito, prevenções, ambição de mando, autoritarismo, respeitando o direito de todos os participantes, estimulando o cumprimento dos deveres e responsabilidades e permitindo-se apenas a alegria imensa oriunda das tarefas bem realizadas.

Isto se aplica a qualquer trabalho, pois todo trabalho honesto é digno e necessário, por mais humilde que seja, fazendo-nos lembrar André Luiz que nos disse que “o nosso mais precioso lugar de trabalho é aqui e o nosso melhor tempo é agora”, porque, embora não seja o que almejamos, nele nos colocamos, pelo passado ou pelo presente, e dele deveremos tirar o melhor em desempenho e experiência profissional e espiritual, principalmente, para merecermos mais altos vôos.

Emmanuel também nos ensina que “nenhum de nós procure destaque injustificável. Seja na direção, seja na subalternidade, baste-nos o privilégios de cumprir o dever que a vida nos assinala, discernindo e elucidando, mas auxiliando e amando sempre”.

Cairbar Schutel acrescenta que "desistamos de reivindicações, privilégios, prêmios ou honrarias de superfície, pois urge aspirarmos à medalha invisível do dever retamente cumprido que nos brilhe na consciência, e a carta branca do livre-arbítrio que nos amplie o campo de ação no bem puro”.

E Jesus sabiamente completa: “Não façais ao vosso semelhante o que não quereis que se faça convosco. Se ajustais a vossa vida a esse único princípio eterno e baseais a vossa fé e esperança nele, eu vos digo, em nome de Deus onipotente que me assiste, que jamais vos faltará o necessário para viver a vossa vida em paz e tranqüilidade”.



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