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Núcleo Espírita Assistencial Paz e Amor.

Imagem do Informativo impresso.
- MAIO 1999 -

SAIBA COMO SE INICIOU O TRABALHO DO DR. KARL
Alexandre Ferreira


Conversamos, este mês, com nosso amigo Marcial Jardim, médium pelo qual se manifesta o espírito Dr. Karl. Para sabermos mais sobre o início deste importante trabalho da Casa, elaboramos algumas perguntas ao nosso irmão Jardim, que nos respondeu prontamente:

1. Como se deu sua chegada ao Núcleo?
Meu pai havia desencarnado e naquele momento doloroso o Dr. Adriano me presenteou com o livro "O Problema do Ser, do Destino e da Dor” de Léon Denis, que na ocasião penetrou fundo no meu coração, sensibilizando minha alma.
Na época eu já trabalhava na Nestlé, tendo como chefe o meu querido amigo-irmão Dr. Adriano. Sabendo que era espírita convicto, evidenciei a ele meu desejo de freqüentar o mesmo Centro Espírita onde ele militava.
Assim fui por ele encaminhado e passei a freqüentar com todo o amor esta bendita casa de Paz e Amor.

2. Como começou sua mediunidade?
Ao freqüentar as reuniões das sextas-feiras, desfrutava de muitas sensações. Posteriormente fui encaminhado ao Curso de Médiuns, sob o comando do nosso presidente Oscar Camanho, ocasião em que espoucou a minha mediunidade.

3. Como foi o primeiro contato com o Dr. Karl?
Eu estava viajando, longe da família e a saudade era imensa.
Em uma das minhas noites de profunda solidão pus-me a orar, quando senti a aproximação do doce Pai Juca que amorosamente apaziguou meu coração. Quando pensei que a inspiração havia terminado, eis que recebo nova e diferente inspiração e o inusitado, com sotaque alemão, era o querido companheiro e amigo Dr. Karl a manter o primeiro contato com a minha modesta e falível pessoa.
Na oportunidade disse estar acompanhando minha família desde 1973, esperando e me estimulando a parar de me alimentar com carne pois tínhamos, ambos, um trabalho a realizar e era imprescindível abolir a carne do meu cardápio alimentar, (Na ocasião fazia um mês e meio que eu havia deixado de comê-la, a título de experiência, pois tinha dificuldades de conciliar o sono e sentia fortes dores nas pernas).
Após abolir a carne do dia a dia da minha vida, esses sintomas desapareceram por completo, até hoje.

4. Foi realizada uma reunião de Diretoria para aprovar o novo trabalho da Casa?
Na primeira Reunião da Diretoria, após a minha chegada a São Paulo, o Dr. Karl apresentou-se expondo a todos o tipo de trabalho que pretendia realizar, deixando a Diretoria à vontade para decidir sobre a sua implantação.
Após as devidas análises e considerações, a Diretoria deu sua aprovação e o trabalho teve o seu início.

5. Como foi formada a sala? Quais foram os primeiros trabalhadores da sala?
Em determinada ocasião o Dr. Karl iniciou a formação da sala e para constituíla era condição imprescindível que os tarefeiros não se alimentassem com carne (somente peixe) e para tanto deixou à livre arbítrio de cada um esta decisão.
Aqueles que se propuseram enfrentar o desafio, conseguiram o seu intento e participam da roda desde então (exatamente 18 anos). Lógico, que com o passar do tempo, com o crescimento do trabalho, outros tarefeiros se engajaram no grupo (e alguns saíram) e, hoje, ali trabalham cerca de 17 tarefeiros (tarde e noite).
Os primeiros tarefeiros da sala foram: Oscar Camanho, Ilse Bassi, Anete Martino, Ricardo Papeschi, Bety Tirlone, Cecília Rios, Alcione Frigoglieto, Manoel Paiva, Marcial Jardim, Norma Pereira.

6. Quais os requisitos necessários para que uma pessoa possa trabalhar na sala?
Não se alimentar de carnes (somente peixe); não fumar nem beber alcóolicos; consciente assiduidade; estar disponível às quartas-feiras, independentemente do horário que o trabalho possa se estender, (o trabalho tem início às 14h30min e às 20h); estar disponível para vibrações a distância em horários e dias pré-fixados pelo amigo espiritual; visitar “In loco” companheiros que por vezes se sintam impossibilitados de comparecer ao Núcleo (casos esporádicos); e ter feito os cursos da Casa.



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